A evolução dos simulados de emergência ambiental no Brasil mostra uma tendência clara: a fauna deixou de ser um item acessório e passou a ocupar um papel estruturado na preparação e na resposta.
Esse movimento é refletido nos números. Em apenas três anos, houve um crescimento de 74% no número de simulados, acompanhando a evolução da complexidade dos exercícios para formatos mais completos, integrados e em campo.
Em 2025, a Aiuká, uma das frentes de negócio da OceanPact Serviços Marítimos, participou de 54 simulados, realizados em todo o Brasil, reunindo operações dos setores portuário e de exploração e produção de óleo e gás.
Além da presença no Posto de Comando, os exercícios têm incorporado algo essencial: equipes especializadas de fauna em campo, atuando de forma integrada à resposta operacional, testando fluxos reais, tempos de mobilização, estrutura de resposta, tomada de decisão e interfaces com as demais frentes de trabalho durante a emergência.
A tendência para 2026 é que esse amadurecimento mostre que simular incluindo a fauna não é apenas sobre cumprir um requisito, mas sim sobre reduzir riscos, qualificar a resposta e preparar pessoas para enfrentar cenários reais.
Boa resposta se constrói com preparo e especialização técnica, integração e prática em campo, tratando a fauna como componente crítico e estratégico desde o início do momento do acionamento da emergência.
