Responsabilidade socioambiental

Em agosto, ocorreram três solturas e duas transferências para criadouro. Uma das três liberações foi de uma tartaruga-verde, reabilitada pelo COP SP; já as outras duas, de um atobá-pardo (Sula leucogaster) e de um bacurau-tesoura (Hydropsalis torquata), ocorreram depois dos animais receberem cuidados no COP RJ. Dois pombos domésticos (Columba livia) foram resgatados em unidades marítimas por intermédio de acionamentos do PMAVE e transferidos para criadouro membro da Associação União Columbófila de Campos dos Goytacazes – RJ.

Paciente do mês

Foto Divulgação / Aiuká

O atobá-marrom foi levado ao COP RJ em função de um acionamento PMAVE ao ser encontrado em unidade marítima. Estava ativo e alerta, embora apresentasse temperatura baixa, entre outras condições clínicas negativas.  “Foi realizado raio x por suspeita de afecção respiratória e/ou corpo estranho no trato gastrointestinal, porém o exame não constatou nenhuma alteração”, conta Maria Clara Sanseverino. O tratamento foi baseado no controle e prevenção de infecção respiratória, hidratação e suporte vitamínico. A ave permaneceu em reabilitação por 15 dias, período em que se recuperou e foi anilhada. A liberação ocorreu na manhã do dia 2.