Durante atividades de sísmica marítima, aves marinhas e cabos sísmicos acabam dividindo o mesmo espaço. Entender essa interação é parte do desafio ambiental offshore.
A bordo das embarcações, os Seabird Observers (SBOs) acompanham de forma contínua a presença e o comportamento das aves, registrando aproximações, interações e possíveis colisões com os cabos sísmicos.
O monitoramento acontece em dois cenários: cabos com toriline e cabos sem a medida mitigadora. Essa comparação permite avaliar, na prática, como as aves respondem à presença das fitas coloridas instaladas nos cabos — um recurso já utilizado na pesca e hoje testado na sísmica para reduzir riscos, especialmente para espécies como albatrozes e petréis.
Os dados gerados em campo ajudam a entender padrões, ajustar estratégias e avançar no desenvolvimento de medidas mitigadoras baseadas em evidências para a conservação da avifauna marinha.








